
Secretaria de Cultura, Turismo e Esportes – SECULTE
Secretaria de Cultura, Turismo e Esportes – SECULTE
A Secretaria de Cultura, Turismo e Esportes/Seculte deu um novo passo para impulsionar a economia criativa em Juazeiro. Nesta quarta-feira (13), a gestão municipal formou uma comissão para representar os artesãos do município no planejamento e execução de ações para o fortalecimento do setor. A medida foi definida durante um encontro, promovido pela Seculte, que reuniu cerca de 35 profissionais no Centro de Cultura João Gilberto.
“Essa reunião teve o objetivo de apresentar aos artesãos o que a Seculte vem planejando para o setor. Além disso, o encontro abriu um espaço de escuta e interação, para que possamos ouvir demandas e construir, em conjunto, uma nova política de incentivo ao artesanato em Juazeiro”, afirmou o secretário de Cultura, Targino Gondim.
Entre os projetos em análise pela Seculte, estão a municipalização da Casa do Artesão — atualmente sob gestão do Estado —, e a criação de uma escola de artesanato. Além disso, a nova comissão terá sua primeira reunião oficial com a secretaria nesta quinta-feira (14), às 10h, no antigo Paço Municipal. O objetivo é traçar estratégias para reativar plenamente as atividades da Casa do Artesão, bem como ampliar a visibilidade e a renda dos trabalhadores desse setor.
O encontro reuniu empreendedores locais e lideranças da categoria, como o novo presidente da Casa do Artesão, Flávio Mota. “Gostei muito da reunião. A prefeitura assumiu a liderança para unir os artesãos em prol da valorização do artesanato e de uma melhor comunicação entre o nincho”, destacou Flávio. O presidente se propôs, ainda, a promover uma política de aproximação entre artistas, comércio e políticas públicas para turistas e a comunidade do artesanato.
Criada em 2010, a Casa do Artesão é hoje um ponto de referência para moradores e turistas. Para além de ser um espaço de vendas, ela é vitrine da produção e cultura local, reunindo trabalhos de dezenas de artesãos, com peças que vão de bijuterias às carrancas, passando por crochê, feltro, macramê e criações em material reciclado.
“Precisamos valorizar esse espaço. A cidade só cresce quando a cultura cresce junto. E, para isso, é fundamental ouvir quem constrói essa história com as próprias mãos”, reforçou Targino Gondim.